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Sempre ouvimos falar que doenças como diabetes, hipertensão, colesterol alto, enxaqueca são hereditárias. Mas como podemos driblar algo que está no gene para não se manifestar em nosso organismo? De início, é preciso entender como a genética influencia o organismo. Todo ser possui seu DNA, que são moléculas que carregam o material genético vindo do pai e da mãe. É o DNA que determina características como cor dos olhos, dos cabelos, altura e até doenças. Mas há uma diferença entre doença genética e doença hereditária. “Todas as doenças hereditárias são genéticas, mas nem todas as doenças genéticas são hereditárias. As doenças genéticas podem aparecer pela primeira vez na família, como a síndrome de Down”, diz Décio Brunoni, geneticista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim (SP). Já as doenças hereditárias mostram a tendência de uma pessoa ter a doença, mas isso não quer dizer obrigatoriamente que ela a terá. Por…
Principalmente em crianças é comum quadros respiratorios serem classificados como asma, bronquite, ou alergia resperatoria, ainda mais na primavera, onde o aumento de potenciais alergénos em suspensão no ar aumentam dramaticamente. Em boa parte os diagnósticos são corretos, mas muitas vezes, as aparentes afecções cronicas de vias aereas superiores, não tem correlação com alergias, com hiperrenponsividade de vias superiores ou basicamente processos infecciosos ou funcionais de vias aereas. É realmente complexo investigar afecções de vias aereas recorrentes em crianças, havendo-se de se fazer diagnóstico diferencial com doenças mais raras como mucoviscidose, sempre observar-se a possibilidade de tuberculose, que tem acompanhamento e tratamento bem diverso e especifico, e mais freqüentes, obstruções de vias aéreas superiores, como desvio de septo nasal, adenóides, e/ou infecções recorentes dos seios da face, as sinusites. Asma é a resposta das vias aereas a diferentes estimulos, que vão de alergenos a substâncias quimicas, e caracteriza-se por constricção…
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares são as principais causas de morte no Brasil, onde ocorrem cerca de 330 mil óbitos por ano em decorrência deste tipo de patologia. Os dados são alarmantes, porém, muitas pessoas ignoram alguns cuidados básicos essenciais para manter a saúde cardíaca em dia. Dr. Lucimir Maia, cardiologista do Hospital do Coração do Brasil, em Brasília alerta que hábitos cotidianos podem ajudar a evitar problemas cardíacos. Confira algumas dicas do especialista sobre este assunto: - Tire o saleiro da mesa! Segundo a OMS, o brasileiro consome mais que o dobro da quantidade de sal diária recomendada. Dr. Lucimir Maia esclarece que, apesar de ser um prática cultural, isto precisa ser corrigido. “Há pessoas que não sentem os efeitos do sal, ou seja, consomem grandes quantidades desta substância sem sofrer nenhum tipo de prejuízo. Porém, o mais comum é que o sódio tenha…
Dificuldade para evacuar, barriga estufada, incômodo. Quem sofre de prisão de ventre – também conhecida como obstipação - sabe o quanto esses sintomas são desagradáveis. Entre as principais causas estão os maus hábitos alimentares e a vida sedentária, e a melhor saída para resolver o problema é adotar uma rotina mais saudável. As maiores vítimas O sexo feminino é três vezes mais suscetível à prisão de ventre do que o masculino. “A mulher é a maior vítima por fatores culturais: é acostumada a inibir a vontade de ir ao banheiro, pois, desde menina, aprende a não evacuar em banheiro público ou na casa de outras pessoas”, explica a gastroenterologista Ana Cristina Amaral Feldner, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Mas a questão hormonal também influi, e muito. “O intestino tem um receptor para a progesterona, o hormônio feminino, que reduz a sua função de contração”, diz a médica. Além…
Esta cena é muito comum: você sente aquela dorzinha de cabeça no final do dia e logo ingere um analgésico. Na semana seguinte, aparece uma queimação no estômago, e você corre até a gaveta de remédios para tomar um antiácido. E, geralmente, faz tudo isso sem a orientação de um médico. Cuidado! A automedicação pode mascarar sintomas e agravar doenças. “Por influência da cultura indígena, os brasileiros têm o costume de usar ervas e medicamentos fitoterápicos para tratar a dor e o mal-estar. O problema é que muitos acreditam que todos os remédios podem ser consumidos da mesma maneira, sem uma orientação profissional”, comenta o gastroenterologista Stephan Geocze, membro da Sociedade Brasileira de Clínica Médica e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Para a psicóloga Marisa de Abreu, a falta de tolerância diante da dor motiva as pessoas a correrem para a farmácia mais próxima ao sinal do…
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